Divulgação: Escola de Hotelaria de Colares com Nata de Maçã Reineta Certificado

Nota de imprensa

A EPAV – Escola de Hotelaria de Colares registou há poucos meses o único pastel de nata de Maçã Reineta, de forma a divulgar a região onde aquele fruto tem origem: Colares.

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O Nata de Maça é um doce que procura divulgar e dinamizar um produto cuja origem e maior produção se centra na região de Colares, a Maça Reineta.

De acordo com o chef Bruno Gaspar, da EPAV, com este pastel, procura-se a partir de um produto já existente com grande divulgação, o Pastel de Nata, alterá-lo e adicionar-lhe a maça reineta, sendo um processo de ligação e equilíbrio entre açúcares, texturas e bases de confecção.

O nata de maça é um produto estaladiço, onde à primeira dentada se sente que é diferente pela macies da maça (compota de maça) e logo a seguir sente-se o ácido característico do produto.


Não pretende apenas ser uma alteração simples ao Pastel de nata mas sim um produto diferente e que dignifique o produto maior, a Maça Reineta, conclui Bruno Gaspar.

A receita foi registada há cerca de quatro meses, tendo sido desenvolvido pelo Chefe de Pastelaria Hugo Florentino (formador da Escola de Hotelaria de Colares).

A unidade formadora possui também recentemente O Sarrazola House, uma unidade hoteleira com 22 quartos e um Restaurante/Bar aberto em permanência onde os alunos têm uma participação cada vez mais ativa e enriquecedora.

A EPAV é uma escola que se caracteriza como uma alternativa de educação na região.

Este é um artigo de divulgação cujo conteúdo é da inteira responsabilidade do produtor ou promotor do produto ou serviço divulgado. O blogue Reserva Recomendada divulga esta nota de imprensa na convicção de que poderá ser útil aos seus leitores embora o seu conteúdo possa não corresponder à opinião e linha editorial do autor deste blogue.

Las Lanzas

A Lancers é uma daquelas marcas que os enófilos costumam desvalorizar com muita frequência. Ai e tal, é rosé, não é coisa de homem, é refresco, é docinho. Mas o que é certo é que esta marca é das mais importantes no portfólio da José Maria da Fonseca devido a ser uma das marcas mais exportadas e com maior reconhecimento internacional da empresa. Foi criada numa altura em que a José Maria da Fonseca atravessava um período complicado em que depois de uma fase de crescimento suportada fundamentalmente pelo mercado brasileiro, sofreu o impacto da recessão mundial e da instabilidade politica no Brasil. A crise financeira foi um dos catalisadores para a revolução de 1930 no Brasil que levou Getúlio Vargas à presidência que fechou as fronteiras brasileiras às importações para proteger a economia interna. Nessa altura foi necessário vender património e a recuperação só acabou por ser assegurada pela aposta nos Rosés.

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Para sair desta crise a José Maria da Fonseca, pela mão de António Porto Soares Franco, apostou na produção de vinhos sem estágio e de consumo rápido que pudessem ter retorno financeiro rápido ao invés da prática de estágios longos habitual no sector. No âmbito desta estratégia surgiu o Faísca que terá sido o primeiro rosé português. Lançado em 1937 na inauguração da Feira Popular, na altura onde é hoje a Gulbenkian, o Faisca tornou-se um sucesso imediato. Alguns anos mais tarde, Henry Behar andava à procura de um vinho fácil de beber capaz de agradar ao público americano menos conhecedor de vinho e encontrou no Faísca um boa base para isso. Tendo o Faisca como base criou-se o Lancers mais doce e com gás. A marca Lancers era originalmente propriedade de Henry Behar que se inspirou no quadro de Velasquez, A Rendição de Breda (também conhecido por Las Lanzas) para cunhar a marca Lancers.

O Lancers chegou a ser o vinho importado mais vendido no Estados Unidos, no final da década de 60, com 12 milhões de garrafas anuais. Foi também devido ao Lancers que foi instalada em Portugal a única unidade de gaseificação e espumantização natural a operar segundo o método continuo também chamado de método russo. O método continuo é uma variação do método de Charmat em que são usadas um conjunto de cubas pressurizadas (normalmente 5) interligadas sendo o vinho base e as leveduras adicionadas na primeira cuba onde começa a fermentação secundaria que continua na segunda e terceira cuba. A segunda e terceira cuba tem aparas de carvalho ou uns anéis especiais onde se agregam a leveduras mortas e facilitam a posterior filtração e clarificação. Na quarta e quinta cuba o vinho é filtrado e clarificado podendo ser imediatamente engarrafado sob pressão ou transferido para uma sexta cuba onde será efectuado o engarrafamento. É um processo continuo em que o vinho leva entre três semanas a um mês entre a entrada na primeira cuba e o engarrafamento. O contacto com as leveduras é curto pelo que os vinhos e espumantes dai resultantes não são muito complexos mas são frescos e fáceis de beber conseguindo-se um bom equilíbrio entre a qualidade e o volume da produção.

Entretanto Henry Behar vendeu a marca Lancers e a parceria com a José Maria da Fonseca à Heublein em meados da década de 60. Com o 25 de Abril a José Maria da Fonseca voltou a sofrer com a instabilidade politica, desta vez, dentro de portas e em meados da década de oitenta foi necessário realizar vendas para continuar com saúde financeira e foi a parceria com a Heublein, a Lancers e a respectiva unidade de produção que foi sacrificada. Esta venda permitiu à José Maria da Fonseca desafogo financeiro, a modernização das adegas e aquisição de vinhas como a Casa Agrícola José de Sousa Rosado Fernandes. Onze anos depois o grupo britânico IDV, que entretanto tinha comprado a Heublein, quis concentrar a sua atividade na distribuição tendo decidido vender todas as unidades de produção que tinha e vendeu à José Maria da Fonseca a marca Lancers e a unidade de produção que regressou assim ao seio da José Maria da Fonseca. O Lancers já não tem o peso que chegou a ter nas contas da José Maria da Fonseca mas continua intimamente ligada à sua história, sem o Lancers a José Maria da Fonseca não seria o que é hoje e podia até ter-se perdido no tempo...


Bem, isto era para ser mais curto mas perdi-me na história... Vamos lá ao que nos trouxe aqui, os espumantes Lancers. O Lancers Branco Bruto foi lançado originalmente para o mercado em 1984, pouco antes da Heublein adquirir a totalidade da Lancers. Passados 30 anos continua a ser produzido usando a unidade de método continuo da Lancers. Mostra-se amarelo claro com bolha média. Aromas ligeiros de flores brancas com algum mineral. Boa acidez, ligeira tosta, ligeiro vegetal e algum cítrico. Pouco exuberante mas bem feito para agradar a um público alargado.


Já o Lancers Rosé Bruto é uma estreia e foi feito pelo método de Charmat certamente porque a quantidade produzida é menor e talvez por isso parece estar um pouco mais cuidado. Com cor salmão claro e bolha média, mostra aromas florais ligeiros com alguma líchia. Acidez, ligeira tosta, ligeiro mas bem conseguido a cumprir o que se esperaria dele... Um espumante simples e sem pretensões mas que ainda assim dá bastante prazer

Os vinhos provados foram gentilmente oferecidos pelo produtor.

Bibliografia:
João Barbosa, Grande Reserva, Oficina do Livro
Ceferino Carreira, Sua Excelência O Champanhe e Os Nobres Espumantes Naturais Portugueses, Colares Editora
José Maria da Fonseca

Divulgação: Viver arte das vindimas no Vintage House Hotel

Nota de imprensa


Viver arte das vindimas no Vintage House Hotel

O Vintage House Hotel lançou um programa para todos os que pretendem viver a experiência das vindimas na mais antiga região demarcada do mundo.

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Até 27 de Outubro, o Vintage House Hotel propõe o programa Vindimas no Douro para duas pessoas, com duas noites de alojamento, em quarto duplo, com vista para o Douro, por €370.

O programa inclui um jantar preparado pelo chef do restaurante Rabelo, que integra esta unidade hoteleira. Uma ementa especial que inclui uma Surpresa de Carne com Legumes do Campo e um Ragoût de Uvas e Milho de Ervas Finas. A seguir à entrada, é servido um Medalhão de Porco Grelhado com Assado de Batata Nova e Molho de Linguiça. Para a sobremesa a sugestão é Taillaule tostada com Mousse de Vinho do Porto e Gelado de Chocolate.

No dia seguinte, e após um bom pequeno-almoço no Vintage House Hotel, está programada uma visita à Enoteca Douro da Quinta da Avessada, com visita aos jardins e um Moscatel de honra serviço ao som da concertina. De seguida e já com todo o material necessário, incluindo luvas e tesouras, começam as vindimas.

Os cânticos tradicionais durienses acompanham a vindima e o transporte até ao lagar. Os enólogos da Quinta da Avessada assistem então os participantes numa prova de vinhos com aperitivos que antecipam um almoço tradicional duriense. Enchidos variados, tábua de queijos a especialidade trigo de Favaios abrem o apetite para uma refeição cozinhada em potes de ferro como mandam os antigos costumes e tradições no Douro. Sopa de lavrador e grelhado de carnes misto com batata assada e couve cozida retemperam as forças e deliciam o paladar depois de uma manhã a vindimar. Doces regionais e fruta da época antecedem o café e compotas caseiras. Tudo acompanhado de vinhos DOC da região.

Depois de almoço tem início a pisa das uvas, a que se junta o grupo de cantares. Uma hora depois no espaço da Enoteca há uma prova de vinhos licorosos e após um lanche convício segue-se o regresso ao Vintage House Hotel.

O programa Vindimas no Douro está disponível para reservas até 27 de outubro.


Happy Hour Port Wine no Vintage House Hotel

O Vintage House Hotel, no Pinhão, tem uma Happy Hour dedicada ao vinho do Porto. Entre as 18h30 e as 20h00, o Library Bar do hotel propõe numa carta específica que contempla alguns dos melhores néctares produzidos no Douro vinhateiro.


Com informações sobre cada vinho sugerido, esta carta permite que hóspedes e clientes fiquem a conhecer com mais detalhe cada um dos Portos selecionados.

A Happy Hour Port Wine do Library Bar convida a duas opções uma prova de três vinhos, seco, 10 anos e rosé, a 8,50€ e a opção individual a 6€ o copo, sendo possível experimentar um Porto Tónico, um Caipiporto ou um Porto Rosé.

Situado em pleno coração da Região Demarcada do Douro, o Vintage House Hotel é o local ideal para saborear o produto mais reconhecido da cultura vinhateira duriense, considerada Património da Humanidade.

Este é um artigo de divulgação cujo conteúdo é da inteira responsabilidade do produtor ou promotor do produto ou serviço divulgado. O blogue Reserva Recomendada divulga esta nota de imprensa na convicção de que poderá ser útil aos seus leitores embora o seu conteúdo possa não corresponder à opinião e linha editorial do autor deste blogue.

Marquês de Borba Branco 2013

Este Marquês de Borba Branco 2013 chegou-me às mãos um pouco mais tarde do que no ano passado e por isso aparece aqui já no Outono à espera que algumas abertas soalheiras se intrometam entre os dilúvios dos últimos dias e o possam chamar de novo às esplanadas deste país. Eu por mim não tenho preconceitos e bebo quase tanto vinho branco como tinto mesmo no inverno mas concordo que com o sol a predisposição para vinhos brancos aumenta.

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Nesta colheita de 2013 o lote foi composto por Arinto, Antão Vaz, Viognier tendo como diferença em relação ao ano passado a saída do Verdelho que estava presente no lote de 2012. Apresenta um côr amarelo claro, mostrando no nariz flores brancas e ligeiros aromas a alperce. Tem uma acidez ligeira tendo-o achado um pouco mais leve e despreocupado do que no ano passado notando-se menos a acidez e o vegetal. Eu preferia como estava no ano passado mas muitos preferirão assim. Fará um boa companhia na esplanada ou a acompanhar refeições leves e frescas eventualmente com um ligeiro picante.

O vinho provado foi gentilmente oferecido pelo produtor.

Divulgação: Lavradores de Feitoria relança CHEDA em parceria com a Garcias

Nota de imprensa


Lavradores de Feitoria relança CHEDA em parceria com a Garcias

A Lavradores de Feitoria, produtor duriense cujo portefólio é composto pelas marcas Lavradores de Feitoria, Gadiva, Três Bagos, Meruge e Quinta da Costa das Aguaneiras, reforça a sua aposta no mercado nacional com o relançamento dos vinhos CHEDA. Uma marca bastante forte – lançada em 2004 e que esteve no mercado até 2010 –, que agora é recuperada e modernizada, numa parceria com a Garcias, que irá distribuí-la em exclusivo.

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La Parisienne, Chiado, Lisbonne

Foi há cerca de um ano e meio que conheci o Xavier e Carla. Pela mão do Hugo que fez no Chez Jules uma prova dos vinhos da Quinta da Murta descobri que existia uma charcutaria francesa no Linhó. Voltei lá um par de vezes e encontrávamo-nos pelo Peixe em Lisboa mas ficava um pouco fora de mão e não conseguia lá ir com frequência apesar da perdição que eram os produtos que por lá se vendiam, alguns de fabrico próprio, feitos nas próprias instalações pelo Xavier, outros de produtores seleccionados.

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Divulgação: World Bulk Wine Exhibition 2014

Nota de imprensa

A 6.ª edição da World Bulk Wine Exhibition realiza-se no Amsterdam RAI nos dias 23 e 24 de Novembro. A World Bulk Wine Exhibition é um ponto de encontro entre compradores e vendedores de grandes volumes de vinho. Um espaço único para dar a conhecer a grande qualidade e variedade de vinho a granel que existe aos principais compradores de todo o mundo.

Divulgação: World Bulk Wine Exhibition 2014 - reservarecomendada.blogspot.pt

Eventos de Outubro de 2014

Os eventos agendados para Outubro de 2014 são os seguintes:

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Divulgação:Encontro com o Vinho e Sabores - Bairrada com 2.ª edição de 3 a 5 de Outubro

Nota de imprensa


Encontro com o Vinho e Sabores - Bairrada com 2.ª edição de 3 a 5 de Outubro

Depois do sucesso da primeira edição, decorrida em meados de Setembro de 2013, a Turismo do Centro de Portugal, a Comissão Vitivinícola da Bairrada e o Município de Anadia anunciam a realização do Encontro com o Vinho e Sabores - Bairrada 2014 (EVS-B), que este ano decorre nos dias 3, 4 e 5 de Outubro no mesmo local: Centro de Alto Rendimento - Velódromo de Sangalhos, Anadia. Um evento que volta a contar com a produção da Revista de Vinhos e com o apoio da Rota da Bairrada, do Instituto da Vinha e do Vinho.

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Vinhos de Lote e Monocastas

A tradição em Portugal sempre pendeu mais para o vinho de lote. Mas originalmente era um vinho em que o lote era quase sempre feito na vinha e não na adega.

Em Portugal, as vinhas tinham as castas misturadas pela sabedoria popular em que se procurava obter desta mistura de castas uma produção constante e consistente ao longo dos anos. Assim, em situações climáticas mais adversas poderia até perder-se a produção de uma ou mais castas mas algumas deveriam aguentar-se e nem tudo estava perdido. Por outro lado esta mistura permitia também ter um vinho com um perfil mais completo em que se podia ir buscar a acidez a uma casta, a complexidade aromática a outra e contrabalançar os diferentes graus alcoólicos das várias castas.

Podem ler o resto deste artigo na edição 59 da Paixão pelo Vinho clicando aqui...


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Divulgação: Vinho de Mora entre os 10 melhores de Portugal

Nota de imprensa

O vinho Procura, produzido em Mora, foi considerado o 10º melhor vinho português, de acordo com a revista Wine, que promove o evento a Essência do Vinho e que reúne especialistas de todo o mundo.

A responsável é Susana Esteban, uma enóloga que, decidiu dar corpo ao seu sonho de produzir um vinho da sua total responsabilidade.


Outras duas publicações da especialidade não se fazem rogadas em sublinhar os atributos do Procura. A Revista de Vinhos conferiu-lhe o prémio de excelência 2013. Entre mais de 2000 vinhos provados, sempre com provas cegas, obteve nota 18 numa escala de 0/20.

O Guia dos Vinhos de João Paulo Martins coloca o Procura entre os melhores vinhos nacionais entre mais de 3000 provas, alcançando o décimo segundo lugar.


Para responder a outras sensibilidades e paladares, em 2012 é lançado o Aventura, tinto e branco, sem estágio em madeira. Tem um carácter mais atrevido, uma silhueta alegre e uma alma festiva sempre pronto a congregar um grupo de amigos que partilham afectos e emoções. Criar laços e amizades está no coração do Aventura e o seu lançamento foi igualmente um enorme sucesso.

Na última colheita, Susana Esteban produziu 23 000 garrafas que depressa se esgotaram. Pretende crescer nos próximos anos, sem pressas, de maneira controlada e sustentada até às 50 000 garrafas. Não mais, afirma com decisão a enóloga da Galiza. A razão é que, para além desse patamar, torna-se mais complexa a tarefa de acompanhar todo o processo desde a qualidade das cepas e das uvas até ao produto final com o grau de exigência que se impõe a si mesma. À excepção da produção das uvas, tudo o mais é feito em Mora, numa discreta adega, lá para os lados da Quinta Seca, à saída de Mora para Coruche, a antiga estrada nacional.

Os vinhos Procura e Aventura, tintos e brancos, estão já presentes em nove países e encontram-se praticamente esgotados. Neste momento está disponível na adega o Aventura 2013. Lá para depois do Verão, surgirá o Procura 2012.

A venda directa na adega poderá proporcionar uma aproximação personalizada do consumidor ao berço dos vinhos de Susana Esteban. Os locais de venda são muito seleccionados. Não são os grandes circuitos comerciais nem as grandes superfícies que condizem com o perfil dos seus vinhos. Em Mora, estão disponíveis no restaurante Afonso.

Susana Esteban nasceu em Tuy e formou-se em Engenharia Química em Santiago de Compostela, com especialização em Vitivinicultura e Enologia no grau de Mestrado em Rioja – Logroño.

A proximidade do Douro e a excelência dos seus vinhos, levou a que a jovem enóloga iniciasse a sua actividade com os néctares daquela afamada região. Como enóloga, desenvolveu o seu trabalho na Quinta do Couto da família Champallimaud e na Quinta do Crasto da família Roquette com óptimos desempenhos e promissores progressos.

Em 2007, desloca-se para Lisboa onde passa a residir após a sua união matrimonial com um ilustre morense. Por terras do Sul, inicia uma intensa actividade como consultora enóloga em várias adegas, nomeadamente, em Estremoz, Montargil e Monsaraz. Esta experiência leva-a a deitar por terra um preconceito que anteriormente alimentara. Afinal, os vinhos alentejanos não eram unicamente vinhos interessantes mas a pensar nas cotas de mercado.

Descobre que os vinhos alentejanos tinham enormes potenciais e uma personalidade muito vincada que desconhecia. A descoberta das potencialidades dos vinhos alentejanos levam Susana Esteban a compreender que chegara a hora de fazer um vinho seu, controlado desde a produção até ao consumidor.

Inicia um tempo de pesquisa por terras alentejanas à procura de concretizar o seu sonho. Sabe muito bem o que quer e não lhe basta arranjar uvas para fazer vinho. Desde 2009 até 2011, estuda os climas, procura as encostas mais adequadas, equilibra as castas de acordo com o seu conhecimento e maestria.

Aposta em cepas velhas que lhe garantem uma personalidade mais madura e um néctar mais plenificado. A sua opção recai num microclima na região de Portalegre que equilibra com castas de Évora e… estão lançadas as bases para o seu vinho. Chamar-se-á Procura materializando o intenso trabalho de pesquisa durante dois anos até começar a produzir o seu primeiro vinho. Deus quer, o homem sonha, a obra nasce!

Nasceu o vinho Procura, tinto e branco, como um sonho desta mulher da Galiza que encontrou no Alentejo e em Mora o espaço ideal para a realização dos seus anseios.

Os primeiros resultados não poderiam ser melhores. Com um estágio de 14 meses em cascos de carvalho francês e seis meses em garrafa, o precioso néctar mostrava o seu resplendor e textura. Depressa esgota e os prémios começam a surgir em várias frentes.

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Da Cozinha, com Amor de Susana Teixeira - www.wook.pt

Recomendagram Agosto 2014

As fotos que coloquei no meu perfil do Instagram no mês de Agosto de 2014.

2 de Agosto de 2014

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Divulgação: Vindimas à do Pôpa 2014: programa no Douro a partir de 20 de Setembro

Nota de imprensa


Vindimas à do Pôpa 2014: programa no Douro a partir de 20 de Setembro

Como não há duas sem três, a Quinta do Pôpa volta a organizar o seu já afamado programa de Vindimas à do Pôpa. A partir de 20 de Setembro, junte-se ao PôpaTeam e participe no ritual diário desta época tão importante quão animada: vá até à vinha e eleja as uvas que estão prontas a colher, acompanhe-as até à adega e participe na pisa a pé nos lagares da família Ferreira. Pelo meio delicie-se com os vários néctares do produtor.

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Páginas mais Populares em Agosto de 2014

Os artigos mais populares no mês de Agosto de 2014 foram:

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Divulgação: Vindimas 2014 - Vila Santa - Estremoz - João Portugal Ramos

Nota de imprensa


Vindimas 2014 - Vila Santa - Estremoz - João Portugal Ramos

A Adega Vila Santa, projetada para respeitar as linhas da arquitetura tradicional alentejana, colocou Estremoz na rota dos grandes vinhos, acolhendo viajantes de todo o mundo. O pretexto é conhecer a obra de João Portugal Ramos mas, pelo caminho, descobrem-se também as razões da sua paixão pelo Alentejo.

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Mar na Avenida

De regresso a Lisboa, o sol e o calor ainda por aí anda a despertar desejos de marisco e de petiscos. A pensar nisso o SushiCafé Avenida vai disponibilizar na segunda 3ªfeira de cada mês, com inicio a 9 de Setembro, o Mar na Avenida. Com esta proposta o chef Daniel Rente pretende-se fazer a ponte entre os peixes e mariscos da costa portuguesa com a cultura gastronómica japonesa ficando a meio caminho entre a marisqueira portuguesa e a izakaya japonesa. Izakaya é o nome que se dá aos bares japoneses em que além de servirem bebidas alcoólicas servem também comida. Normalmente são servidos nestes bares petiscos que ao contrário da tradição mais convencional da cozinha japonesa são normalmente empratados de forma a serem partilhados por todos na mesa.

Mar na Avenida - reservarecomendada.blogspot.pt