Divulgação: XIX Mostra de Caça de Mora arranca Sábado

Nota de imprensa

Organizado pela edilidade local, o certame deverá servir mais de 10 mil pratos, número atingido no ano passado, de cerca de 40 receitas à prova e prolonga-se até dia 14 de Dezembro.

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Os restaurantes aderentes são O Poço, na freguesia de Brotas; Palmeira, Solar da Vila, Fluviário e Os Arcos, em Cabeção; Afonso, António, Morense e Solar dos Lilases, na freguesia de Mora; e Solar de São Dinis e O Forno, em Pavia.

A assinalar a Mostra, realiza-se no sábado, 29 Novembro, um mega jantar na Quinta de Santo António para cerca de 300 gourmets que irão degustar perto de 15 pratos de Caça demonstrativos do que vão estar presente durante a Mostra nos diferentes restaurantes do concelho.


A lauta ementa inicia-se com entradas de caça, desfilando de seguida Ensopado de Javali, Ensopado de Veado, Lebre com Grão e Nabos, Coelho Frito com Castanhas, Pombo Estufado com Cogumelos, Peito de Pato Bravo com Mostarda, Perdiz de escabeche, Perdiz á Dona Bia e Veado Real, entre outros.

Para reservar entrada, a 30 euros/ pax, contacte a Casa da Cultura de Mora (266 439 079) ou obtenha-os nos restaurantes aderentes.

Anualmente, Mora oferece a oportunidade única de provar caça de todos as formas e feitios, num evento que já entrou nas tradições gastronómicas da região e do Alentejo.

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José Maria da Fonseca Moscatel de Setúbal Superior 1911

Corria o ano de 1911 e a 21 de Agosto, Paris acorda com a noticia do roubo da Mona Lisa do Louvre que só viria a ser recuperada 2 anos mais tarde. Antes deste roubo a Mona Lisa ainda não tinha a notoriedade que tem hoje e este roubo foi um dos fatores que contribuiu para se tornar naquela que deverá ser a obra de arte mais valiosa e mais reconhecida em todo mundo. Nesse mesmo dia, com quase um ano de República, foi aprovada a terceira constituição portuguesa, a primeira republicana. Esta constituição não teria uma vida muito longa pois o seu caráter marcadamente parlamentarista proporcionou grande instabilidade ao regime. Com algumas interrupções e revisões vigorou até 1926 quando a Revolução de 28 de Maio impôs o regime ditatorial que viria da dar origem ao Estado Novo. A 12 de Dezembro de 1911 a expedição de Roald Amundsen chega pela primeira vez ao Polo Sul batendo numa aventura épica a expedição de Robert Falcon Scott que só chegaria ao Polo Sul passadas 5 semanas e cujos participantes na expedição viriam a morrer no retorno ao campo base.

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Divulgação: Concurso de Vinhos A Escolha da Imprensa elege os melhores néctares

Nota de imprensa


Concurso de Vinhos A Escolha da Imprensa elege os melhores néctares

Durante o Encontro com o Vinho e Sabores 2014 foram desvendados os vencedores do Concurso de Vinhos A Escolha da Imprensa, competição que há onze anos se realiza no âmbito do Encontro com o Vinho e Sabores (15.ª edição), ambos organizados pela Revista de Vinhos. No total, entre espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados foram provados cerca de 270 vinhos e atribuídos 47 Prémios e 4 Grandes Prémios A Escolha da Imprensa.

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Murganheira Cuvée Távora-Varosa Reserva Especial bruto branco 2003 (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa), nos espumantes, Terra D´Alter Regional Alentejano Reserva branco 2013 (Terras de Alter), nos brancos, Palácio da Bacalhôa Regional Península de Setúbal tinto 2009 (Bacalhôa Vinhos de Portugal), nos tintos, e Ferreira Porto Vintage 2011 (Sogrape Vinhos), nos fortificados, foram os vinhos que mais votos reuniram junto do painel de 25 jurados, composto por jornalistas e representantes da imprensa, tendo levado para casa as distinções de Grande Prémio A Escolha da Imprensa. Foram quatro os grandes vencedores, não tendo havido nenhum vinho a chegar ao topo do pódio na categoria de rosé.

Nas cinco categorias foram ainda eleitos 47 Prémios A Escolha da Imprensa: dez a espumantes, dez a brancos, quatro a rosés, treze a tintos – uma vez que houve vinhos com classificações iguais – e dez a vinhos fortificados (consultar, por favor, a lista completa abaixo). Falando em regiões, se o Alentejo esteve em maioria nos rosés (dois em quatro Prémios) e nos brancos (quatro em dez Prémios e o Grande Prémio), a região de Távora-Varosa destacou-se nos espumantes com sete vinhos galardoados, entre os quais o Grande Prémio, e o Douro com nove Vinhos do Porto a serem premiados, restando apenas dois outros premiados, ambos Moscatéis de Setúbal. Nos tintos a opiniões dividiram-se por sete regiões, muito embora o Alentejo mantivesse a primazia nas opiniões, com cinco Prémios. No pódio, seguiram-se as regiões da Península de Setúbal (Grande Prémio e um Prémio), do Dão (2 Prémios), de Lisboa (2 Prémios), da Bairrada (1 Prémio), das Beiras (1 Prémio) e do Douro (1 Prémio).

Recorde-se que o Concurso de Vinhos A Escolha da Imprensa se realizou no passado dia 30 de Outubro, no hotel Holiday Inn Continental em Lisboa. Este é um Concurso com um conceito original e único no país, pela heterogeneidade do painel de jurados – jornalistas e representantes da imprensa, mas não necessariamente críticos ou especialistas –, que representa de uma forma mais fidedigna as escolhas dos consumidores e as tendências do mercado. Estamos perante um Concurso organizado por uma revista da especialidade que convida os colegas do meio para provarem alguns dos melhores vinhos do maior evento de vinho do país (só vão a concurso vinhos que venham a estar expostos e em prova no ECVS). O facto de nele participarem vinhos topo de gama, que habitualmente não vão a concursos, torna também esta uma competição especial.


CONCURSO DE VINHOS A ESCOLHA DA IMPRENSA 2014

ESPUMANTES
Grande Prémio A Escolha da Imprensa
Murganheira Cuvée Távora-Varosa Reserva Especial bruto branco 2003 - Soc. Agr. e Comercial do Varosa

Prémios A Escolha da Imprensa
Aliança Bairrada Vintage bruto branco 2008 - Aliança Vinhos de Portugal
Dona Berta Douro Rabigato Reserva bruto branco 2011 - Hernâni A. M. Verdelho
Lopo de Freitas Bairrada bruto branco 2009 - Caves do Solar de São Domingos
Marquês de Marialva Bairrada Cuvée Extra bruto branco 2010 - Adega Cooperativa de Cantanhede
Murganheira Blanc de Noirs Távora-Varosa Touriga Nacional bruto branco 2007 - Soc. Agr. e Comercial do Varosa
Murganheira Czar Távora-Varosa Grand Cuvée rosé bruto 2006 - Soc. Agr. e Comercial do Varosa
Murganheira Távora-Varosa Malvasia Fina bruto branco 2009 - Soc. Agr. e Comercial do Varosa
Murganheira Vintage Távora-Varosa bruto branco 2006 - Soc. Agr. e Comercial do Varosa
Raposeira Super Reserva bruto rosé 2008 - Caves da Raposeira
Raposeira Velha Reserva bruto branco 2005 - Caves da Raposeira

BRANCOS
Grande Prémio A Escolha da Imprensa
Terra D´Alter Regional Alentejano Reserva branco 2013 -Terras de Alter

Prémios A Escolha da Imprensa
Anselmo Mendes Curtimenta Vinho Verde Alvarinho branco 2012 - Anselmo Mendes
Caladessa Alentejo 2013 - BCH
Chocapalha Regional Lisboa Reserva branco 2013 - Casa Agrícola das Mimosas
Condessa de Santar Dão branco 2011 - Sociedade Agrícola de Santar
Malhadinha Regional Alentejano branco 2013 - Herdade da Malhadinha Nova
Marquesa da Alorna DoTejo Reserva branco 2012 - Sociedade Agrícola da Alorna
Monte da Ravasqueira Regional Alentejano Viognier branco 2013 - Sociedade Agrícola D. Diniz
Paulo Laureano Reserve Alentejo branco 2013 - Paulo Laureano Vinus
Quinta do Gradil Regional Lisboa Viosinho branco 2013 - Quinta do Gradil
Quinta dos Carvalhais Dão Especial branco - Sogrape Vinhos

ROSÉS
Prémios A Escolha da Imprensa
Adega de Borba Premium Alentejo rosé 2013 - Adega Cooperativa de Borba
Bombeira do Guadiana Regional Alentejano Escolha rosé 2013 - Bombeira do Guadiana
Covela Regional Minho rosé 2013 - Lima & Smith
Terras do Pó Regional Península de Setúbal rosé 2013 - Casa Ermelinda Freitas

TINTOS
Grande Prémio A Escolha da Imprensa
Palácio da Bacalhôa Regional Península de Setúbal tinto 2009
Bacalhôa Vinhos de Portugal

Prémios A Escolha da Imprensa
1836 DoTejo Grande Reserva tinto 2012 - Companhia das Lezírias
Antónia Adelaide Ferreira Douro tinto 2011 - Sogrape Vinhos
Casa Ermelinda Freitas Regional Península de Setúbal Cabernet Sauvignon tinto 2011 - Casa Ermelinda Freitas
Dom Daganel Dão Reserva tinto 2005 - Adega Cooperativa de Silgueiros
Dory Regional Lisboa Reserva tinto 2011 - Adega Mãe
Furtiva Lágrima Regional Alentejano tinto 2010 - Monte da Raposinha
Herdade das Servas Regional Alentejano Reserva tinto 2011 - Serrano Mira
Marquês de Marialva Confirmado Bairrada Baga tinto 1991 - Adega Cooperativa de Cantanhede
Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria Regional Beiras tinto 2009 - Conde de Foz de Arouce
Reguengos Garrafeira dos Sócios Alentejo tinto 2008 - CARMIM
Siza Regional Alentejano tinto 2009 - Adega Mayor
T Quinta da Terrugem Alentejo tinto 2011 - Aliança - Vinhos de Portugal
Villa Oliveira Dão Touriga Nacional tinto 2009 - O Abrigo da Passarela

FORTIFICADOS
Grande Prémio A Escolha da Imprensa
Ferreira Porto Vintage 2011 - Sogrape Vinhos

Prémio A Escolha da Imprensa
Andresen Porto White 20 Years Old - J.H. Andresen
Bacalhôa Moscatel Roxo Setúbal Superior 2002 - Bacalhôa Vinhos de Portugal
Bacalhôa Moscatel Setúbal Superior 2001 - Bacalhôa Vinhos de Portugal
Contemporal Porto 20 Anos - Quinta and Vineyard Bottlers Vinhos
Ferreira Porto LBV 2010 - Sogrape Vinhos
Niepoort Crusted Porto - Niepoort (Vinhos)
Quinta da Gaivosa Porto Vintage 2012 - Domingos Alves de Sousa
Rozès Porto 20 Anos - Rozès
Sandeman Porto Tawny 20 Years Old - Sogrape Vinhos
Sandeman Porto Vintage 2011 - Sogrape Vinhos


Quase 19.000 visitantes provaram e aprovaram o Encontro com o Vinho e Sabores 2014

Realizou-se o Encontro com o Vinho e Sabores 2014 (ECVS), uma edição bastante especial para a Revista de Vinhos, organizadora do evento e que este ano celebra 25 anos. Segundo Luís Ramos Lopes, director da publicação, foi aquela que teve mais stands e para a qual esperávamos também mais pessoas; teve um novo pavilhão, somando num total mais de 400 produtores de vinhos e sabores. As expectativas foram atingidas, tendo esta edição, que foi a 15.ª, sido a maior de sempre do ECVS, recebendo a visita de quase 19.000 pessoas, valor que se reflectiu num crescimento na ordem dos 18,75% face a 2013. A próxima edição já tem data marcada: 30 de Outubro a 2 de Novembro, no mesmo local, o Centro de Congressos de Lisboa.


Foram milhares as pessoas que vieram dos quatro cantos de Portugal e também do estrangeiro – especialmente profissionais do sector dos vinhos – e rumaram ao ECVS nos dias 7, 8, 9 e 10, tendo todos eles tido a oportunidade de provar os mais de 2.000 vinhos presentes, uma amostra do que melhor se faz no nosso país: nos vários segmentos de preço, mas sempre com uma assinalável qualidade. O ECVS é uma feira para consumidores (que à segunda-feira é dedicada a profissionais) e, por isso, é importante que possam encontrar vinhos de diferentes patamares de preços: desde os dois aos 50 ou mais euros, mas sempre muito competitivos para a qualidade encontrada.

Neste que é o ano de celebração do 25.º aniversário da Revista de Vinhos, a publicação quis surpreender os visitantes do ECVS com uma emblemática prova onde os protagonistas foram 25 esplêndidos vinhos ou marcas que deixaram marca e marcaram a Revista e que contaram, eles próprios, a história da mesma. De notar que a revolução nos vinhos portugueses coincidiu com o nascimento da Revista de Vinhos, pelas mãos do seu ainda actual director Luís Ramos Lopes. Nos últimos 25 anos a evolução no sector tem sido muito positiva e contínua. Nós fazemos o ECVS há 15 anos e a Revista de Vinhos, que é quem o promove, tem 25 anos. Portanto, ao longo destas duas décadas e meia assistimos a uma evolução tremenda em termos da qualidade dos vinhos portugueses. Qualidade e diversidade, acrescenta. Hoje em dia quase todas as regiões fazem vinhos de grande nível e para todos os segmentos de preços., afirma o especialista.


Duas horas de puro prazer conduzidos por Luís Ramos Lopes, João Paulo Martins, João Afonso, Luís Antunes e Nuno Oliveira Garcia e no qual estiveram em prova um espumante (Murganheira Vintage 2000), quatro brancos (Soalheiro Primeiras Vinhas 2008; Redoma Reserva 2008; Anselmo Mendes Parcela Única 2009 - magnum; e Quinta da Pellada Primus 2012), catorze tintos (Tapada de Chaves 1988; Mouchão 1990; Duas Quintas Reserva 1994; Quinta dos Roques Touriga Nacional 1996; Fojo 1996; Luís Pato Quinta do Ribeirinho Pé Franco 1996 (magnum); Barca Velha 1999; Quinta do Vale Meão 2001 - magnum; Quinta do Crasto Vinha da Ponte 2004; Esporão Garrafeira 2007; Pêra Manca 2008; Incógnito 2009; Quinta das Bágeiras Pai Abel 2009; e Marquês de Borba Reserva 2011 - magnum) e cinco vinhos licorosos (Dow's Vintage 1980; Taylor’s 1994; Quinta do Noval Nacional 1996; Kopke Colheita 1938; Barbeito Malvasia Mãe Manuela 40 Anos; e José Maria da Fonseca Moscatel de Setúbal 1955).

Quem não teve oportunidade de estar presente nesta prova, vai certamente querer saber ao detalhe o que se passou e como se portaram os vinhos em prova, acompanhando a reportagem que será publicada na edição especial dos 25 anos da Revista de Vinhos, a n.º 301, que chega às bancas na sexta-feira, dia 05 de Dezembro. Também o ECVS 2014 vai ser alvo de uma reportagem alargada neste mesmo número. Sem dúvida, um exemplar a não perder!

Este é um artigo de divulgação cujo conteúdo é da inteira responsabilidade do produtor ou promotor do produto ou serviço divulgado. O blogue Reserva Recomendada divulga esta nota de imprensa na convicção de que poderá ser útil aos seus leitores embora o seu conteúdo possa não corresponder à opinião e linha editorial do autor deste blogue.

Guia Michelin 2015

Na passada quarta-feira foram divulgadas as estrelas Michelin 2015 para Espanha e Portugal. O grande conservadorismo que tem sido demonstrado pelo guia não me inspirava muita confiança. Falava-se insistentemente da segunda estrela para o Belcanto e da recuperação da estrela pelo São Gabriel mas estaria a mentir se dissesse que acreditava que isso fosse acontecer. Não porque não o merecessem mas porque me parecia que seria pouco provável a atribuição da segunda estrela ao Belcanto somente 2 anos após a atribuição da primeira estrela e porque não me parecia lógico que depois de retirar a estrela ao São Gabriel já com o novo dono e o Leonel Pereira como chef se fosse devolve-la logo no ano seguinte com a mesma equipa. A terceira estrela para o Vila Joya e a segunda para o Fortaleza do Guincho que também são frequentemente alvitradas também não pareciam prováveis. Há tantos anos que se fala disto sem que nada aconteça que já estou na base do ver para crer. Achava possível que aparecessem um ou dois novos estrelados menos esperados mas não mais do que isso. As minhas expectativas eram tão baixas que acabaram por ser superadas...

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Divulgação: L’AND & Stars, Chef Miguel Laffan recebe Chefs de renome

Nota de imprensa

Nos próximos dias 21 e 22 de Novembro, 11 Chefs de renome a nível nacional vão até Montemor-o-Novo para participarem no L’AND & Stars, um evento que visa ser, acima de tudo, uma fusão de conceitos e talento, numa experiência gastronómica enriquecedora. O Chef Miguel Laffan, anfitrião do evento, recebe no seu restaurante os Chefs Luís Barradas (Sea Me, Lisboa), Renato & Dalila (Ferrugem, V.N.Famalicão), Ljubomir Stanisic (100 Maneiras, Lisboa), Hugo Nascimento (Tasca da Esquina, Lisboa), António Melgão (Capri, Montemor-o-Novo), Pedro Mendes (Alentejo Marmóris, Estremoz), Cyril Devilliers (The Oitavos, Cascais), Paulo Morais (Umai, Lisboa), Henrique Sá Pessoa (Alma, Lisboa), Kiko (O Talho, Lisboa) e Joaquim Sousa (The Oitavos, Cascais).

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Eventos de Dezembro de 2014

Os eventos agendados para Dezembro de 2014 são os seguintes:

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Divulgação: Sabores do Atlântico encontram-se no Via Graça!

Nota de imprensa

Em conjunto, no Restaurante Via Graça, o Chef português João Bandeira e o Chef brasileiro Pablo Oazen criaram um Menu de Degustação de oito pratos, resultante do cruzamento dos sabores portugueses com os do Brasil.

Divulgação: Sabores do Atlântico encontram-se no Via Graça! - reservarecomendada.blogspot.pt

Divulgação: Solar dos Lobos Grande Escolha 2011

Nota de imprensa


Adega Solar dos Lobos - Novo Grande Escolha 2011

A adega Solar dos Lobos lançou no dia 17 de Outubro o seu novo vinho, o Solar dos Lobos Grande Escolha 2011. Uma edição especial de 3300 garrafas onde as castas Alicante Bouschet e Syrah reservadas durante 18 meses em barricas de carvalho francês, se conjugam, apresentando taninos firmes mas ao mesmo tempo polidos, transparecendo elegância e persistência. A sua cor rubi concentrada e o aroma a fruta preta madura, indicam um bom prenúncio para um grande vinho.

Divulgação: Solar dos Lobos Grande Escolha 2011 - reservarecomendada.blogspot.pt

Os Cogumelos em Alcaide

No próximo fim de semana, de 14 a 16 de Novembro, realiza-se em Alcaide o Míscaros 2014 Festival do Cogumelo. Deste festival farão parte workshops e palestras, animação de rua, uma cooking arena, passeios micológicos, venda de artesanato e um mega almoço em que o cogumelo será a estrela. Em paralelo com o festival durante a semana que antecede e se segue ao evento vai realizar-se em 16 restaurantes do concelho do Fundão a mostra gastronómica Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores do Cogumelo.

Os Cogumelos em Alcaide - reservarecomendada.blogspot.pt

Divulgação: Ação de Sensibilização em Enoturismo

Nota de imprensa

Na sequência das edições realizadas na Região da Bairrada em 2010 e no Douro em 2011, o Turismo de Portugal, I.P, vai realizar nos dias 25 e 26 de Novembro de 2014, na região de Vinhos de Lisboa, a ação de sensibilização Da Produção Vitivinícola ao Enoturismo, com vista a estimular aqueles que, tendo um espaço de produção, pensem em ter um espaço de enoturismo e, para os existentes, como estímulo à inovação da experiência enoturística, à potenciação de sinergias entre o negócio dos vinhos e o enoturismo, à importância da estruturação da oferta e do trabalho em rede.

Divulgação: Ação de Sensibilização em Enoturismo - reservarecomendada.blogspot.pt

Entre a Rolha e a Cortiça* – Parte II: A Cortiça?

Ler a Primeira Parte


A cortiça sempre teve a primazia como vedante usado para o vinho mas tornou-se também um sinónimo de um dos defeitos do vinho mais comuns. Um vinho com rolha é um vinho com um aroma que pode ser descrito como um aroma a mofo ou a bolor que tem origem em várias substâncias sendo a mais habitual e conhecida o 2,4,6-Tricloroanisol (TCA). A rolha de cortiça não é a única culpada desta contaminação podendo ter origem nas barricas ou em outras contaminações durante o processo produtivo. Há casos de contaminação sistémica que podem afetar toda uma adega, mas geralmente a rolha é considerada a culpada deste defeito. Atualmente a indústria corticeira tem investido em processos de deteção e de remoção de TCA´s da cortiça e a taxa de contaminação devido a rolhas de cortiça desceu bastante mas este estigma continua a pairar sobre a cortiça.

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Aquilo que é uma das grandes vantagens da cortiça é também uma das suas falhas. A cortiça permite trocas gasosas com o exterior o que fará que os vinhos sejam lentamente oxigenados e oxidados com o tempo. O envelhecimento do vinho é entre outras coisas um processo de oxidação do vinho. A velocidade e a qualidade deste processo também depende do vinho e da sua capacidade de evolução mas a rolha tem um papel determinante e chegará um dia em que esta evolução passará o seu apogeu e o vinho começará a decair inexoravelmente. Como se fosse um ser vivo, um vinho rolhado com cortiça viverá, evoluirá, mas morrerá inevitavelmente. Em vinhos mais resistentes como os generosos a preocupação fundamental é que rolhas não cedam ou apodreçam por velhice e algumas casas de vinho do Porto fazem uma verificação do estado das rolhas dos seus vintages procedendo à sua troca a cada 20 ou 30 anos.


Por outro lado a cortiça sendo um produto natural e vivo é um produto imperfeito. Assim apesar da existência de controlos de qualidade e da classificação das rolhas em diversos níveis de qualidade é impossível garantir que todas rolhas são completamente homogéneas. O mesmo vinho em diferentes garrafas com rolhas diferentes poderá assim estar morto ao fim de uns anos ou viver durante décadas. Isto gera frustração entre produtores e enófilos tornando imprevisível a evolução do vinho ao longo do tempo.


Sempre existiram soluções alternativas para a vedação do vinho. A motivação para algumas destas soluções era e é o custo sendo possível ainda encontrar no mercado em gamas de vinho corrente de muito baixo custo umas pequenas tampas plásticas seladas por capsulas metálicas. Menos habituais mas também usadas são as capsulas semelhantes às usadas nas garrafas de cerveja. Mas os problemas gerados pela rolha de cortiças combinados com o seu custo levaram a indústria a tentar encontrar formas alternativas para a vedação do vinho que pudessem não ser usadas apenas nos vinhos de gama baixa mas de uma forma mais generalizada. As duas principais soluções no mercado são a capsula roscada (screwcap) e as rolhas sintéticas.


As capsulas roscadas apresentam a vantagem de não necessitarem de saca-rolhas para a abertura da garrafa. São praticamente estanques deixando o vinho praticamente parado no tempo com o que isso tem de bom e de mau. O vinho estará passados anos praticamente igual ao dia em que foi engarrafado não existindo qualquer estágio/envelhecimento em garrafa. Pode assim fazer sentido para vinhos que estão prontos a beber na altura do engarrafamento e onde se pretende preservar essas suas características. Não é adequado para vinhos em que se pretenda que evoluam em garrafa. A estanquidade que proporcionam tem um senão que é a possibilidade de aparecimento de aromas de redução devidos a esta ausência de oxigenação.


As rolhas sintéticas têm o formato de uma rolha de cortiça e algumas tentam mesmo replicar o seu aspeto mas são feitas de materiais plásticos. Os estudos realizados parecem mostrar que este tipo de rolhas permitem mais trocas gasosas com o exterior que as rolhas de cortiça sendo mais rápida a oxidação do vinho. Tem a grande vantagem de não partirem e terem um comportamento mais consistente e previsível, durante um período mais longo. Este tipo de rolha pode ser um sério concorrente à rolha de cortiça caso consigam atingir um desempenho mais próximo das rolhas de cortiça no diz respeito a trocas gasosas com o exterior pois em termos de consistência e longevidade o seu desempenho é bastante bom.


Mas no fim de contas qual será a solução ótima para a vedação de vinhos? Como sempre não há uma solução ótima e a opção depende muito do vinho e dos objetivos do produtor. Assim vinhos que estejam prontos a beber e cuja evolução não seja desejável beneficiam do uso da capsula roscadas. As rolhas aglomeradas ou técnicas também podem ser uma boa solução para estes casos pois também têm um grau de estanquidade elevado, perdem no entanto em longevidade e são também menos práticas devido a requererem um saca-rolhas. Em vinhos de rotação rápida mas que possam beneficiar de alguma oxigenação as rolhas de cortiça natural e as rolhas sintéticas parecem ser a melhor opção. Para vinhos de guarda em que se pretenda evolução em garrafa a cortiça natural parece ser a única solução com a exceção talvez dos generosos para os quais a oxidação não seja um problema e que não seriam prejudicados pela utilização de rolhas sintéticas.


Será que o consumidor deve fazer depender a escolha dos seus vinhos do vedante usado? Bem, sim e não. Não, porque o vedante só por si não torna o vinho melhor ou pior e não há um único vedante que seja completamente adequado a todos os vinhos. Sim, porque dependendo do tipo de vinho haverá vedantes mais e menos adequados e o vedante usado pode dar-nos dicas acerca do vinho que temos na garrafa. Não faz sentido esperar que um vinho com 10 anos que use cortiça natural esteja tal qual quando foi engarrafado. Assim como não faz sentido esperar evolução em garrafa se com o mesmo vinho se usar capsula roscada. Dificilmente compraria um garrafeira com capsula roscada pois o seu uso num vinho que seria suposto evoluir em garrafa é uma contradição. Mas provavelmente até compraria um branco com 10 anos que usasse capsula roscada nem que fosse pela curiosidade de perceber se este estaria com as mesmas características de quando foi engarrafado.


Em certos segmentos a cortiça dificilmente conseguirá competir com a capsula roscada. E se as rolhas sintéticas conseguirem resolver alguns dos seus problemas poderão causar alguma ameaça à cortiça. Atualmente a comunicação da indústria da cortiça tem-se baseado fundamentalmente no fator emocional, na sustentabilidade e na sua importância ambiental. Tenho dúvidas acerca que esta seja a melhor estratégia pois não ataca os principais argumentos dos seus concorrentes: o defeito de rolha e a evolução do vinho em garrafa. Penso que deveria ser realçada a grande evolução na deteção e eliminação do TCA e em geral no controlo de qualidade das rolhas. Deveria ser também realçado que as características da cortiça são as mais adequadas à desejável evolução do vinho em garrafa não parecendo existir substituto à altura. Em conclusão, a cortiça não parece ter o seu lugar ameaçado como principal vedante de vinhos mas a industria terá de continuar a investir no controlo de qualidade de modo a eliminar o estigma do defeito de rolha e a conseguir um desempenho mais consistente dentro de cada gama.

* Por lapso meu, o título original deste artigo era igual ao título do livro "To Cork or Not to Cork" de George M. Taber que também versa sobre a utilização da cortiça e de outros vedantes para o vinho. O uso desta expressão não foi intencional e apesar de já me ter cruzado com outros livros de George M. Taber não conhecia este livro tendo sido uma coincidência ter usado o mesmo título para os meus artigos. Para que não fiquem dúvidas das minhas intenções alterei o título do meus artigos de maneira a evitar que exista alguma confusão entre os meus modestos artigos e o trabalho de George M. Taber.

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Divulgação: Herdade das Servas abre restaurante com cozinha de base tradicional

Nota de imprensa


Herdade das Servas abre restaurante com cozinha de base tradicional

Reforçando a distinção do Alentejo como Melhor Região de Enoturismo do Mundo, atribuída recentemente pelo site de viagens do jornal norte-americano USA Today, os irmãos Carlos e Luís Serrano Mira – proprietários da Herdade das Servas – acabam de dar mais um passo no desenvolvimento do seu projecto de vinhos. Desta vez o ganho é na vertente de enoturismo, com a abertura de um restaurante a tempo inteiro.

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Quinta da Fata Reserva 2003

Por vezes deparo-me com vinhos curiosos em locais menos habituais. Este foi um desses casos em que fui dar com umas quantas garrafas destas no Intermarché de Vendas Novas. Os Intermarché funcionam num regime parecido com o franchising em cada dono de loja participa na gestão da estrutura centralizada. Assim cada Intermarché é autónomo mas beneficia de uma central de compras comum e a oferta de vinhos parece ser uma mistura entre compras locais e compras feitas através da central de compras. Este deverá ter vindo a através da central de compras e algures no tempo alguém deve ter-se entusiasmado um bocadinho e terá comprado alguns vinhos fora do perfil de consumo dos clientes do supermercado e que foram perdurando pelas prateleiras. Entre algumas coisas que tenho vindo a comprar para experimentar estava este Quinta da Fata Reserva 2003.

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A produção de vinho na Quinta da Fata não será coisa recente mas este 2003 terá sido a primeira colheita depois da reconversão da vinha que se seguiu a um período de abandono da vinha. Nesta reconversão as castas escolhidas foram a Touriga Nacional, a Tinta Roriz, o Alfrocheiro e o Jaen para os tintos e Encruzado para os Brancos. O lote deste vinho será constituído assim por todas as castas tintas da vinha embora com uma predominância de Touriga Nacional no lote. No contra-rótulo fala-se também em Trincadeira embora isso não pareça bater certo com as castas listadas como existentes no site da quinta.

Mostra-se granada com laivos acastanhados praticamente opaco deixando antever alguma idade mas sendo difícil de adivinhar os seus 11 anos de idade. No nariz mostra um ligeiro fumado, algum chocolate e pasme-se ainda alguma fruta. A acidez não é exuberante mas está presente. Também com alguma surpresa os taninos ainda mostram alguma vivacidade mas uma vivacidade bem elegante. Ainda mostra juventude nos seus 11 anos de vida e ainda deverá ter uma longa vida pela frente. Ainda bem que ainda tenho por aqui mais umas garrafas...

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Fui ao Mercado de Vinhos

Fui ao Mercado de Vinhos e dizia para a Ana no caminho: Hoje vamos visitar amigos... e assim foi, logo à porta tínhamos o João e o Tiago, da Garrafeira Estado d'Alma e do homónimo Bar/Bistro, que traziam vinhos de outros tempos.

Não andamos muito até encontrarmos a Christelle da Fonte Gonçalvinho e perdermo-nos por ali à conversa. Logo à frente estava a Tânia com os vinhos do Pedro da Herdade das Barras que sempre farão parte da nossa vida.

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